Um amigo me conta esse caso que se deu dum outro lado de Minas. "Estava atendendo um caso comum: paciente com dor em joelho. Quando peço que ele suba na maca, o cidadão me tira uma coisa do bolso. Adivinhem o que! -Uma flor? Um cachorrinho? Um pacote de maconha? Uma camisinha? Uma carta de amor? Não! Isso... Uma arma calibre 38. Não sabia o que fazer na hora. O moço me explicou que era vigia e tinha porte legal de arma, mas ainda assim terminei a consulta rapidinho..." Ah se a moda pega aqui em Morada!
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
Doguinhas
Essa experiência do blog tem sido muito bacana, as pessoas comentam comigo e dão dicas de assuntos que gostariam que eu colocasse aqui (inclusive estou devendo um post sobre o time de vôlei!). O assunto que mais me pedem são minhas dogas. E todos sabem que não me canso de falar disso! Adoro cachorros e sempre quis ter o meu. Conversei com um amigo daqui sobre cães de rua e ele me falou que duas cadelas tinham acabado de parir. Fui com ele conhecê-las e ao chegar na primeira, ela havia acabado de ser atropelada. Havia quebrado a pata traseira e sua filhotinha chorava de desespero ao ver a mãe machucada. Perguntei sobre os irmãos dela, 'morreram todos, acho'. E resolvi que iria acolhê-la. Foi uma novela. Meus vizinhos da pensão não ficaram muito felizes com a filhotinha chorando e tivemos de nos mudar. Males que vem para bem, viemos para uma casa com quintal deliciosa! E eu ia pensando em mil nomes criativos para a pequena(cada vez maior), quando resolvi: ela se chama Doga. Filho sozinho fica triste, né? Lembrei da alegria que senti quando meu irmão mais novo nasceu, e o quanto sermos três irmãos é algo importante... Resolvi adotar mais uma e comuniquei meu amigo. Assim veio a Piaba. Zoiuda e dengosa, conquistou rapidinho o amor da Doga, agora não se separam... As duas eram muito medrosas e chegaram machucadas da vida da rua. Imagino que tenham apanhado muito, pois se escondiam quando chegava visita. Hoje, dois meses depois, são um dengo! Um amor tão diferente, uma alegria tão pronta! Fico igual criança esperando a hora de vir para casa e ficar com elas. E a vida de dono de cachorro é diferente. Agora conheço todas as pet-shops, as marcas de ração, as datas de vacina! Acordo mais cedo para cuidar e ficar com elas. Eu não achava que coubesse tanto amor em quatro patas.
terça-feira, 5 de novembro de 2013
Doe seu cabelo!!
Quem me conhece sempre me viu de cabelo curto. Num dia qualquer, inventei que teria de deixar o cabelo crescer para a formatura. E então acreditei que mulheres de cabelo comprido são mais bonitas... Morrendo de calor e com o cabelo dando cansaço, fui esperando... E formei!
Pensava: 'um dia corto'. 'Nããão, seu cabelo fica melhor grande'. Maldita ditaduta da beleza ocidental. Morando em Morada, quase morro de calor com o cabelo grande.
Até que descobri uma campanha do Hospital Mario Penna, que recolhe cabelos com mais de 12 cm para confecção de perucas para as pacientes com câncer (maldita ditadura da beleza ainda mais para elas...)
Combinado então: 20 cm de cabelo para vocês=) Com a ajuda da minha amiga Beatriz Martins, do bairro São Geraldo.
Quem quiser participar, deve cortar pelo menos 12cm de cabelo, deixar amarrado com uma gominha, seco, embrulhado em jornal e entregar pessoalmente ou via correio:
Departamento de Marketing: Samuel Dias
Rua Gentios 1420 Luxemburgo 30260080 Belo Horizonte
Obrigada Mario Penna!
sexta-feira, 1 de novembro de 2013
Outubro rosa
Outubro rosa ! Mês que o Ministério da Saúde quis chamar a atenção para a saúde da mulher, especialmente na prevenção do câncer de mama. Medidas assim são muito bacanas, as pacientes se sentiam valorizadas e iam às consultas pedir para realizar mamografia. O PSF ficou enfeitado de rosa, com cartazes explicativos. Fizemos também um dia de promoção da saúde, com medidas de pressão, cálculos de IMC ( para ver se o peso está adequado), vacinação, orientações sobre dengue e pedidos de mamografia. Despedindo de outubro, atendi ontem uma paciente invocada... Falava rápido, queixava de muita coisa sem dar muito peso a nada, agitada... Quando perguntei sobre a última vez que havia feito mamografia, ela respondeu: ‘Isso! Era isso que eu queria lembrar, doutora. A senhora sabe, eu fumo. Mas me cuido, preventivo e mamografia sempre faço. Quero o pedido de mamografia, fiz ano passado e o médico me disse que agora tenho de fazer de dois em dois anos. Quero fazer esse ano: o peito é meu e faço quantas mamografias quiser!’.
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