Um amigo me conta esse caso que se deu dum outro lado de Minas. "Estava atendendo um caso comum: paciente com dor em joelho. Quando peço que ele suba na maca, o cidadão me tira uma coisa do bolso. Adivinhem o que! -Uma flor? Um cachorrinho? Um pacote de maconha? Uma camisinha? Uma carta de amor? Não! Isso... Uma arma calibre 38. Não sabia o que fazer na hora. O moço me explicou que era vigia e tinha porte legal de arma, mas ainda assim terminei a consulta rapidinho..." Ah se a moda pega aqui em Morada!

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