Essa experiência do blog tem sido muito bacana, as pessoas comentam comigo e dão dicas de assuntos que gostariam que eu colocasse aqui (inclusive estou devendo um post sobre o time de vôlei!). O assunto que mais me pedem são minhas dogas. E todos sabem que não me canso de falar disso! Adoro cachorros e sempre quis ter o meu. Conversei com um amigo daqui sobre cães de rua e ele me falou que duas cadelas tinham acabado de parir. Fui com ele conhecê-las e ao chegar na primeira, ela havia acabado de ser atropelada. Havia quebrado a pata traseira e sua filhotinha chorava de desespero ao ver a mãe machucada. Perguntei sobre os irmãos dela, 'morreram todos, acho'. E resolvi que iria acolhê-la. Foi uma novela. Meus vizinhos da pensão não ficaram muito felizes com a filhotinha chorando e tivemos de nos mudar. Males que vem para bem, viemos para uma casa com quintal deliciosa! E eu ia pensando em mil nomes criativos para a pequena(cada vez maior), quando resolvi: ela se chama Doga. Filho sozinho fica triste, né? Lembrei da alegria que senti quando meu irmão mais novo nasceu, e o quanto sermos três irmãos é algo importante... Resolvi adotar mais uma e comuniquei meu amigo. Assim veio a Piaba. Zoiuda e dengosa, conquistou rapidinho o amor da Doga, agora não se separam... As duas eram muito medrosas e chegaram machucadas da vida da rua. Imagino que tenham apanhado muito, pois se escondiam quando chegava visita. Hoje, dois meses depois, são um dengo! Um amor tão diferente, uma alegria tão pronta! Fico igual criança esperando a hora de vir para casa e ficar com elas. E a vida de dono de cachorro é diferente. Agora conheço todas as pet-shops, as marcas de ração, as datas de vacina! Acordo mais cedo para cuidar e ficar com elas. Eu não achava que coubesse tanto amor em quatro patas.

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